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Notas jurássicas
veículo:Pequenas Empresas
& Grandes Negócios
data:03/05/07
Além de ser usado para falar, fotografar
e ouvir música, o celular disputa espaço
com o dinheiro vivo.
AS NOTAS DE DINHEIRO prometem virar artigo de museu.
Cartões de Crédito e de débito
têm uso crescente e, agora, chegou à
vez dos telefones celulares se tornarem mais uma opção
para a forma de pagamento. Nos Estados Unidos, na
Áustria e no Japão, a prática
já é comum. No Brasil, está começando.
Um dos serviços disponíveis é
o M-Cash, do HSBC, destinados aos
correntistas do banco. Funciona assim: na hora de
pagar por um produto, o cliente informa seu número
de celular ao vendedor. O lojista ( preciso ser conveniado)
passa as informações (nome da loja e
valor), para o sistema M-Cash, que
faz uma ligação ao cliente e, por meio
de uma senha, confirma a compra. O banco confere as
informações e faz o débito do
valor automaticamente na conta do cliente. “O
sistema está disponível para qualquer
tipo de celular, pós ou pré-pago, e
de qualquer operadora", diz Amo Brandes, executivo-sênior
de E-Business do HSBC.
De acordo com Brandes, desde setembro, mais de 7.000
correntistas já utilizam o sistema e realizam
cerca de 500 transações por mês.
De forma segura, as lojas se conectam ao sistema por
linhas dedicadas e dados criptografados. O serviço
M-Cash cobra do lojista uma taxa
por transação, tal como os cartões
de débitos e de crédito. Outra empresa
que oferece esse serviço é a Wappa,
da área de benefícios, criada em 2005.
Ela permite o uso do celular de algumas operadoras,
como a Vivo, para pagamentos de refeições
e táxis na rede conveniada. De acordo com a
consultoria Arthur D. Littie; os pagamentos via celulares
devem representar no mundo US$ 37 bilhões em
2008.
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