
|
| |
 |
|
 |
|
| |
|
|
<<
ler outras notícias
M-Cash
negocia com outras instituições financeiras
para viabilizar pagamentos via celular
veículo: Convergência
Digital
data:28/09/06
Inicialmente, o serviço
será ofertado para os correntistas do HSBC, mas
a expectativa da desenvolvedora da solução
é que, em 2007, outros bancos já estejam
aderindo à modalidade, gerando um volume de 20
milhões de transações.
O M-Cash é Um sistema pelo qual
o telefone celular pode ser usado para a realização
de compras de qualquer lugar, como um cartão de
crédito ou de débito funcionando à
distância, começará a ser oferecido
ainda este ano aos clientes do banco HSBC no Brasil.
“Trata-se da primeira plataforma universal de autorização
de compras que oferece enormes possibilidades, já
que transforma qualquer celular em um meio de pagamento
em todo tipo de estabelecimento comercial”, declarou
Gastão Mattos, presidente da M-Cash.
“Existem hoje mais de 90 milhões de celulares
em operação no Brasil. Isso significa um
enorme mercado”, prosseguiu.
Gastão Mattos estima que, até 2009, 10 bancos
brasileiros estarão trabalhando com a plataforma
M-Cash de pagamento por celular, com
um total estimado de 120 milhões de transações
processadas naquele ano. Para 2007, a empresa já
espera um volume de 20 milhões de transações.
“O foco inicial de utilização será
no comércio eletrônico, mas, num futuro bem
próximo, os donos de celulares com acesso ao M-Cash
poderão usar seus aparelhos para fazer compras
e efetuar pagamentos em qualquer estabelecimento do mundo
físico. Para isso, será necessário
apenas que a pessoa tenha o celular, seja correntista
de um banco que faça parte do sistema e que a loja
ou outro local para o qual o pagamento é destinado
tenha conta em qualquer dos bancos que utilizem a M-Cash”,
completa o executivo.
Ao usar o sistema, o comprador recebe uma ligação
em seu celular, onde uma voz o orienta sobre a compra,
pedindo a digitação, no aparelho, da senha
previamente cadastrada junto ao banco onde o usuário
tem conta. O banco reconhece a senha e autoriza a transação
em tempo real. A senha não fica gravada no telefone
(uma vez que o usuário recebe a chamada de confirmação),
o que impede que seja conhecida por terceiros, mesmo se
o aparelho for roubado ou clonado.
“A senha nunca chega a transitar pela internet.
Nenhum dado pessoal do cliente, como seu nome, é
preenchido por meio da rede”, informa Mattos. Duas
lojas de comércio eletrônico, a Americanas.com,
a Sack’s e mais recentemente a MMartan, foram as
primeiras a aderir ao sistema e estão oferecendo
descontos e promoções especiais no lançamento
do M-Cash. A adesão de outras
lojas da internet deverá ser anunciada em breve.
O início do uso desta plataforma no comércio
do mundo físico está previsto para o início
de 2007. A projeção da M-Cash
é de que as empresas responsáveis por 90%
do volume de compras na Internet já tenham aderido
ao novo meio de pagamento em 2007.
No lançamento, o M-Cash está
sendo usado apenas na modalidade débito, mediante
desconto da despesa na conta bancária do comprador.
Mas a tecnologia permite seu uso também na modalidade
crédito ou como um cartão de loja, entre
outras formas de pagamento. A afiliação
dos estabelecimentos comerciais deve ser feita inicialmente
pela M-Cash, mas prevê participação
dos bancos parceiros nesta atividade, logo a seguir. A
loja precisa ter domicílio bancário num
dos bancos que fazem parte do sistema.
“Não existem limitações tecnológicas
que atrapalhem o uso do M-Cash por qualquer
telefone celular operando no Brasil, pré-pago ou
pós-pago”, disse Gastão Mattos. “Mesmo
os aparelhos mais simples ou despojados podem ser usados
no sistema. Também não há qualquer
limitação no que diz respeito às
operadoras. O usuário pode efetuar compras por
meio de qualquer operadora e não pagará
nada a mais por isso. Esta característica reforça
o posicionamento do M-Cash como a forma
de pagamento mais universal do mercado”.
A M-Cash é uma empresa que tem
como principais acionistas a Megadata e a Albatroz Participações,
ambas com sede na cidade do Rio de Janeiro. A Megadata,
do Grupo Ibope, existe desde 1982 e presta serviços
de processamento de dados. Ela é a responsável
pela base tecnológica da M-Cash.
A Albatroz é uma holding de investimentos e participações
com foco em empresas de tecnologia em estágio inicial
de desenvolvimento. O investimento inicial no projeto
é de R$ 10 milhões no primeiro ano de operação
da empresa.
<<
ler outras notícias
|
|
|
|